Como calculamos o seu plano
O plano é um cálculo determinístico em reais de hoje, mês a mês. Ele não estima probabilidade de sucesso e não substitui uma análise individual.
Hipóteses padrão
- Recebimentos planejados até os 95 anos (ajustável).
- Retorno real líquido de 4% ao ano na construção e 2% ao ano nos recebimentos — já descontados custos e impostos.
- Inflação ilustrativa de 4% ao ano, usada só para mostrar valores em reais futuros.
- Reserva final de R$0: o cenário consome o patrimônio até a idade escolhida.
Essas taxas são hipóteses educacionais. Não são estimativas de nenhum produto, taxas seguras ou promessas. Escolhemos valores moderados acima da inflação para tornar o exercício comparável; teste outras taxas na própria ferramenta.
Convenções
- Taxas anuais convertidas em mensais equivalentes: (1 + taxa)^(1/12) − 1.
- Idades em anos inteiros, convertidas em meses (anos × 12).
- Na construção, o saldo rende no mês e o aporte entra no fim do mês.
- Nos recebimentos, o rendimento do mês vem antes da retirada do fim do mês.
- Uma renda que começa cinco anos depois de você parar entra no 61º mês de recebimentos. Rendas acima do orçamento não são reinvestidas.
- Retorno real e inflação se combinam por multiplicação, nunca por subtração.
O que cada número significa
- Patrimônio projetado: quanto o patrimônio destinado e o aporte atual formam até a idade escolhida.
- Patrimônio indicativo: o valor que financia a renda desejada até o horizonte, descontadas as rendas informadas a partir do mês em que começam.
- Aporte necessário: o aporte mensal que leva o patrimônio projetado ao indicativo.
- Renda compatível: o maior orçamento mensal constante que o patrimônio projetado sustenta sem saldo negativo em nenhum mês.
INSS e outras rendas
Não estimamos o INSS por salário, profissão ou idade. Se você responder “Ainda não sei”, o cálculo usa apenas as fontes conhecidas e avisa isso — sem afirmar que o benefício será zero. O benefício pode começar depois da idade em que você quer parar.
Comparação: regra da taxa de retirada
Uma conta comum divide a renda anual por uma taxa de retirada (por exemplo, 4%) para chegar a um patrimônio “perpétuo”. É uma hipótese diferente da nossa, que considera duração finita até o horizonte escolhido. As duas produzem capitais diferentes e não devem ser misturadas; mostramos esta conta apenas como ordem de grandeza educativa.
Versão do cálculo: 1.0.0.
